Com receio de não termos Manjericos bem desenvolvidos em junho, recorremos a uma outra solução. Tendo como molde um vaso de barro, com pasta de papel feita pelos alunos, revestimos o seu interior e exterior de modo a obtermos dois vasos por cada um. O objetivo final será criar Manjericos com diversos materiais reaproveitando e reciclando materiais existentes na escola e proporcionando momentos criativos e divertidos.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Laço Azul
“Porque a infância é
única e irrepetível”, a Junta de Freguesia do Areeiro promoveu a iniciativa
“Laço Azul,- Abril Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância”, desenvolvendo
ações que pretendiam “unir agentes educativos, poder local e comunidade em geral
na promoção da proteção das nossas crianças e jovens”. Nesse âmbito, os alunos
do Projeto Horta Camões “ Semear para Colher ” da escola Luís de Camões
prestaram o seu contributo com a realização de um “Espantalho”.
No dia 30
de março de 2017, com a presença do Presidente da Junta de Freguesia do
Areeiro e colaboradores, foram colocados no espaço da escola e na Parça do
Areeiro Laços Azuis com mensagens, no sentido de alertar a população em geral para
este flagelo e reafirmar os Direitos da Criança e dos Jovens de serem
respeitados e amados, convido os colegas a participarem nesta iniciativa.
quarta-feira, 22 de março de 2017
quarta-feira, 15 de março de 2017
Colaborações
Com o objetivo de
acrescentarmos mais espaços para semearmos e plantarmos novos produtos,
fomos pedindo na escola para trazerem mais caixotes de madeira. Conseguimos a
nossa meta para este momento pelo que, passámos
à fase de preparar os caixotes. Com a ajuda do senhor Joaquim, que
executou diversos furos na base, procedemos à aplicação de cortes nos plásticos que iriam cobrir o interior dos
caixotes, sendo fixados com agrafador.
Quando
acabámos foi altura de colocarmos terra em todos os caixotes para depois semearmos, mas também plantarmos. De todo o trabalho que fizemos reconhecemos a importância da rega, do tempo de germinação e das técnicas de plantar e semear.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Um novo regador
Neste
dia planeamos empreender várias tarefas, desde observar o estado de germinação
das sementeiras que se encontram no laboratório, e verificar se
necessitavam de ser regadas, até semear mais manjericos.
Ao
chegar à sala 13, tínhamos uma surpresa, uma verdadeira obra criativa! A D. Zulmira, cuidadora das nossas sementeiras, examinando se
estas necessitavam de água, tinha criado um regador adequado à rega dos produtos que
estão nos vasos.
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| Manjericos |
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| Manjericos |
A D. Zulmira projetou e construiu um novo regador , reutilizando uma garrafa de plástico e com um martelo furou a tampa.
quarta-feira, 1 de março de 2017
"Espantalhos" no Carnaval
Os alunos Fátima Soaré, 6ºA, Filipa Borges, 7ºC e Sohil Lacmane 6ºA fizeram máscaras de Carnaval que ofereceram para a Horta, afim de manter os pássaros afastados das nossas sementeiras, desempenhando assim a função de espantalhos.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
As sementes também servem para tingir
A cor foi desde sempre um elemento importante para o Homem, que utilizou inicialmente diferentes substâncias orgânicas, quer de origem vegetal quer animal, como corantes para tingimento de têxteis.(...) Os corantes naturais eram extraídos essencialmente de flores, sementes, frutos, cascas e raízes de plantas ou de insectos e moluscos (...) por processos complexos que envolviam diversas operações como maceração, destilação, fermentação, decantação, precipitação, filtração, etc.. (Candeias, A.E. (2017).
A atividade de tinturaria com corantes vegetais teve grande importância económica em diversas civilizações no decorrer da História, sendo que os procedimentos utilizados para a obtenção das cores inicialmente eram artesanais, mas a evolução técnica foi permitindo a produção de mais cores.
| Imagens tiradas no decorrer de uma visita ao Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos |
Nas artes e ofícios tradicionais em Portugal, temos o exemplo do Alentejo, região onde ainda se realizam trabalhos de tecelagem e tapeçaria, sendo conhecidos os tapetes bordados de Arraiolos. Na sua realização é utilizada lã, cuja cor era tradicionalmente obtida através da tinturaria vegetal e de um modo geral, a policromia dos tapetes de Arraiolos tem como base cinco corantes – o índigo, o paubrasil, a garança, o lírio e o trovisco . (Marques, R. (2007).
As plantas tintureiras usadas tingem na gama dos verdes e amarelos. O vermelho é obtido com as cochonilhas (parasitas das plantas). As plantas de uso mais comum são: o aloendro, o alecrim, o rosmaninho, o limoeiro, as malvas, a esteva (destas plantas são usadas as folhas ou ramagens), os malmequeres (são usadas as flores). Os vários métodos usados variam consoante se utiliza: mordente ou fixador, plantas frescas ou secas; a intensidade da côr desejada influencia também a escolha do método a empregar . (Mattioli, M. (2017).
As plantas tintureiras usadas tingem na gama dos verdes e amarelos. O vermelho é obtido com as cochonilhas (parasitas das plantas). As plantas de uso mais comum são: o aloendro, o alecrim, o rosmaninho, o limoeiro, as malvas, a esteva (destas plantas são usadas as folhas ou ramagens), os malmequeres (são usadas as flores). Os vários métodos usados variam consoante se utiliza: mordente ou fixador, plantas frescas ou secas; a intensidade da côr desejada influencia também a escolha do método a empregar . (Mattioli, M. (2017).
Para saber sobre plantas tintureiras e muito mais, consulta o trabalho desenvolvido pelo "Saber Fazer" clicando aqui e aqui.
Com a evolução da indústria, o tingimento das lãs com corantes vegetais foram sendo substituídos por corantes artificiais criados pelo homem.
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